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Dona Guará conta tudo!! - Resumo dos episódios de ontem das telenovelas brasileiras no ar em Portugal 


Domingo, 11 de Novembro de 2007

Entrevista!

Você é norte-americana de nascimento, mas brasileiríssima de alma e coração. Consegue imaginar como teria sido sua vida caso fixada fosse nos States?
É uma projeção difícil, já que adoro muitas coisas nos EUA, como a segurança pública, por exemplo, e a eficiência dos setores de gestão pública, principalmente. Há um respeito maior ao cidadão comum, ao contrário do que acontece aqui, onde mesmo pagando um dos maiores impostos do mundo somos esculachados diariamente. Discordo, no entanto, veementemente sobre as políticas externas americanas adotadas pelo governo Bush. Acho retrógradas, um retrocesso em relação ao governo Clinton. Por conta disso, acredito que tivesse alguns empecilhos à minha felicidade se decidisse viver por lá. No Brasil tem a corrupção contagiosa dos nossos governantes que já chega no cidadão comum, como a promessa da impunidade. "Se eles podem, por que eu também não posso me dar bem?" Aqui não temos exemplos, lá temos um governo egoísta. Puxa, dureza de responder sua pergunta...

Foste protagonista de "Essas Mulheres", na Record, e logo depois voltaste para a Globo. Tem muita diferença entre as duas, na sistemática de trabalho?
A Globo tem uma estrutura maior. Muitos anos no mercado, mais experiência. A Record ainda está se estruturando a cada nova produção, leva tempo, é normal. Fui muito feliz em ambas e tive a sorte de trabalhar com gente muito boa, excelentes profissionais.

Já fizeste TV, cinema e teatro. Qual te dá mais prazer em fazer? E, sobre o teatro... nenhuma chance de encenar em Porto Alegre?
Gosto da personagem. A consideração sobre o veículo é secundária. Até porque seria impossível, num mercado como o brasileiro, eleger uma em detrimento da outra. O que me interessa é aquela pessoa que estão me propondo, como ela conta a sua história dentro da história. Ser fisgada é o que eu desejo sempre. Quanto ao teatro em Porto Alegre, claro que há chances. É uma praça excelente, com um público de primeira, nunca abriria mão de levar minha "Hedda Gabler" (de Ibsen, meu projecto actual) pra aí. Estamos batalhando patrocínio pra viajar com a peça e sem dúvidas, Porto Alegre está no pedido de pauta.

Nessa história da Bond Girl do próximo filme de 007, teu nome entrou na lista de cotadas. Que te parece a idéia de desempenhar uma Bond Girl?
Não tenho muita paciência, como espectadora, pra filmes do gênero blockbusters americanos. Os únicos James Bond que vi eram os do Sean Connery, pra mim, um actor charmosíssimo. Assisti a esse "Cassino Royale" por conta desse teste, e achei o novo, Daniel Craig, mais interessante que os últimos depois de Sean Connery. Estou ainda no páreo, segundo me informou ontem o produtor de elenco responsável pelo teste no Brasil, Ruy Brito. A idéia é divertida, até porque seria minha única chance na vida de fazer um filme de acção, considerando que o Brasil não produz isso. É uma personagem boa pra uma ex-atleta. Apesar de já ter feito muito balé, sempre gostei de uma acção. Há alguns meses descobri (e me descobri!) o Muay Thai, boxe tailandês. É uma hora do dia em que desligo total, suo qualquer possível gordura localizada e "solto os bichos". Fora que dá um abdômen... Seria uma Bond Girl sem dublê. Me divertiria horrores, eu acho.

Jogaste vôlei dos 13 aos 17 anos. De forma auto-crítica, você era boa jogadora? Se tivesse prosseguido, daria para pegar a Seleção ou não era para tanto?
Era peladeira. Quem gosta de pelada e nem tanto do treinamento, parte física incluída, vai receber a conta mais adiante. Logo nas categorias de base, mirim, infantil e até o começo do infanto-juvenil era uma potência. Depois do infanto, não cresci tanto quanto o esporte começou a requerer, e não compensei com um trabalho bom de parte física. Realisticamente, parei de jogar pra não virar jogadora de banco. Depois de anos como titular seria um fim infeliz. Preferi parar antes, pois se algo já não me desafia mais, não me dá possibilidades de crescimento, então já era.

És torcedora do Flamengo, certo? És de ir muito no estádio ou não? ("muito" é forçada de barra, para quem tá sempre envolta em trabalho como teu caso)
O Flamengo infelizmente nos últimos anos não tem me dados tantas alegrias e orgulho assim. Não ao ponto de me levar de volta ao Maraca com freqüência. Fui de ir ao Maracanã com meu pai toda semana, desde garotinha nas cadeiras amarelas. Vi Zico jogar... Quem já viu o Galinho em acção não se satisfaz com esse escrete de hoje. Nos últimos tempos, depois do Joel, o time tem dado sorte e tem tido o apoio da torcida. A gente sabe do poder da nação rubro-negra. Isso me emociona mais do que o time em si. Mas sou tão flamenguista que fico emocionada ainda quando vejo o Júlio Cesar (o mais novo produto rubro-negro de qualidade) no gol do Brasil.

Daqui a 7 anos vamos receber a Copa do Mundo. Te incluo na turma dos que aprovam ou na dos que desaprovam esta novidade, e por que?
Claro que aprovo. Imagina uma Copa em casa... Muito embora ache que é um desafio enorme pra um país corrupto e sem segurança, frágil em estrutura. Prefiro torcer para que o máximo seja feito (e mantido após a Copa, claro) com o mínimo de desvios.

Um aspecto marcante em ti, que salta à vista, é a sua beleza. Mas mulher é aquele negócio, vaidosa ao extremo. Tem algo em ti que não te agrade?
Várias coisas, mas nada que eu vá declarar numa entrevista. Não vou fazer gol contra, né?

Música é algo que conta muito para mim. Tens algum gosto mais especial por algum artista ou gênero, ou mesmo uma canção que marque sua vida?
Sou muito eclética. Gosto desde Rachmaninoff até Rolling Stones, passando pelo pop, blues, samba, MPB. Só não curto muito música tecno.

Já fizeste várias personagens, mas obviamente muitas outras virão pela frente. Tem alguma personagem específica que ainda queiras interpretar?
Gosto das loucas, das mulheres complexas. Quanto mais complexa, mais feliz eu fico. E não precisa ser só vilã, ao contrário do que se pode pensar num primeiro momento. As heroínas também tem na sua composição uma dose de complexidade, de loucura. Basta achar "aquela química" e colocar na composição da personagem.

Por fim, deixe alguma mensagem para os leitores, seja qual for que vier no seu pensamento.
Grande prazer falar com gente que gosta de esporte. Futebol é um dos nossos maiores trunfos. Nossa identidade. Um prazer na nossa vida. Que bom fazer parte desse grupo. Obrigada pela atenção. Beijos...


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fonte: Papo de Bola

publicado por . às 18:13
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1 comentário:
De paodemel a 16 de Novembro de 2007 às 01:23
Christine Fernandes , desde a novela Páginas da Vida, onde te conheci, estou acompanhando toda a sua trajetória profissional. Já mandei um comentário sobre um assunto , que vc abordou, mas não sei se recebeu. Sabe, Christi, vc não sei pq, me cativou de uma tal maneira, que parece que somos grandes amigas de infância. Vc me ajudou, no sentido de eu ver nas suas interpretações o seu lado meigo e ao mesmo tempo enérgico, com vontade de fazer um trabalho bem feito. Digo isto, pq passei por momentos turbulentos, sem vontade de fazer nada, até mesmo de me arrumar. Relaxei tanto, que acabei engordando 10kgs. Aí vendo vc, toda elegante, com uma vida atribulada, que certamente deve ter, pensei, não é pq entrei na casa dos 40 que vou me entregar ao desleixo. Vou tratar de me arrumar pro meu marido, tirar o diploma de jornalismo da gaveta, exercer a profissão e recomeçar a viver. Tenho grande adimiração por você Christi(adoro este apelido).
Grande beijo pra vc, pro fofo do Pedro e pro maridão Floriano .
Lizinha de Itajubá.
lizinha2008@bol.com.br

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