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Domingo, 7 de Setembro de 2008

Entrevista!

A actriz que interpreta Rita em A Favorita tem um filho de cinco anos na vida real e diz que se põe no lugar da personagem diante dos sofrimentos que ela passa na trama. Christine afirma que educar filhos não é fácil, mas que por eles os pais são capazes de tudo, até de aturar um chefe chato como Gurgel, ou se sujeitar a morar com alguém como Romildo Rosa para dar uma vida melhor para eles.

 

Entrevista com Christine Fernandes.

 

Como você lidaria com um chefe como Gurgel?
Tem um momento da vida que você não tem escolha, que você tem uma necessidade urgente e imediata. No caso da Rita, ela tem uma filha pra criar, e não pode faltar comida na mesa! Ela tem que se sujeitar e fazer concessões por conta dessa necessidade. Mas se eu não tivesse filho, e tivesse um chefe abusado como o Gurgel, mandava passear (risos). Principalmente quando temos mais qualificação do que o trabalho exige, como é o caso da Rita. Mas com filho em casa é diferente! Eu entendo a Rita, não concordo, mas entendo! Talvez no lugar dela, pelo meu filho, eu faria a mesma coisa.

A presença do pai é importante na criação de um filho?
A presença do pai faz diferença em todas as idades de uma criança e de um adulto também. A legitimidade, você recebe do seu pai e da sua mãe. Isso está ligado ao que você é, de onde você veio e pra onde você vai. É a sua estrutura, sua história de vida. Você não ter a figura paterna significa que você está um pouco perdido nessa história de quem você é na vida. Claro que existem alguns momentos da nossa vida em que precisamos mais do apoio dos pais, como na adolescência. Mas a figura tanto materna quanto paterna é importante e estrutura a cabeça de uma criança.

Você conhece na vida real casos como o de Rita e Camila?
Eu pesquisei muito sobre esse tema para a personagem, conversei com psicólogos e descobri casos de pessoas que cometeram suicídio porque eram ilegítimas. Elas nunca se achavam merecedoras da vida, porque não tinham um pai. E mesmo sendo bem sucedidos em outros aspectos como trabalhos e amor, nunca estavam satisfeitas. Era como se fosse uma marca que elas carregavam. É uma coisa muito grave, então a presença dos pais é fundamental!

Depois que Camila foi morar com Romildo, ela está deslumbrada com o luxo. Para você, até onde os pais devem dar tudo para seus filhos?
O filho tem que saber que há um trabalho para um resultado. Na educação que eu dou para o meu filho, eu tento ensinar que a vida é uma roda, que você trabalha para aquilo e aquilo resulta em alguma coisa. Se você der tudo de mão beijada, ele não vai dar valor para as coisas e, não dando valor, você não tem prazer com nada. Acho que você não pode dar tudo pro seu filho! O difícil de você educar uma criança são os limites. Um filho precisa de limites, de um guia, um caminho, um exemplo a ser seguido. Se você pula essa etapa e dá tudo de mão beijada, ele vai almejar o quê? Ele vai desejar o quê? O desejo é o que impulsiona nossa vontade de crescimento.

As cenas da Rita com Gurgel e Amelinha são hilárias. Você já fez humor antes? Gosta desse estilo?
Eu nunca tive muita oportunidade de trabalhar minha veia cômica. Esse foi o trabalho mais próximo da comédia que já fiz. Eu adorei, adoraria que o autor escrevesse mais, porque as situações eram cômicas, e é uma delícia contracenar com o Mario e a Bel, as cenas rendiam. E eram bem aceitas pelo público. As pessoas me paravam na rua falando que adoravam as confusões que eles aprontavam. Eu gosto muito dessa relação “patrão e empregada” que a Rita tem com o Gurgel. Às vezes você não sabia definir quem era quem, era um caos engraçado.

 

fonte: Globo

publicado por . às 16:45
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